Desta vez, foi o Museu Municipal de Vale de Cambra que se juntou às comemorações do Carnaval e expõe,até ao dia 8 de março trabalhos relacionados com as Personagens da Disney.
A Câmara Municipal de Vale de Cambra agradece a colaboração de todas as IPSS's que proporcionaram estas obras!
19 de fevereiro de 2019
15 de fevereiro de 2019
Crianças do 1º e 3º ano pintam iluminura
Neste mês de fevereiro assinala-se a atribuição da Carta do Foral à Terra de Cambra e para comemorar esta data especial, foi selecionado o tema "As Iluminuras do Frontispício do Foral da Terra de Cambra.
Deste modo, as crianças do 1º e 3º ano da Escola Básica da Praça foram convidadas a pintar uma iluminura no Museu Municipal de Vale de Cambra.
Esta atividade dedicada aos mais pequenos foi promovida pelo Serviço Educativo do Museu Municipal de Vale de Cambra e decorreu nos dias 12 e 13 de fevereiro de 2019.
Deste modo, as crianças do 1º e 3º ano da Escola Básica da Praça foram convidadas a pintar uma iluminura no Museu Municipal de Vale de Cambra.
Esta atividade dedicada aos mais pequenos foi promovida pelo Serviço Educativo do Museu Municipal de Vale de Cambra e decorreu nos dias 12 e 13 de fevereiro de 2019.
25 de janeiro de 2019
Uma aula aberta no Centro Cultural de Macieira de Cambra
O Centro Cultural de Macieira de Cambra recebeu hoje de manhã a aula aberta "As plantas na obra poética de Camões" com os oradores Jorge Paiva e Levi Guerra.
A representar o município de Vale de Cambra, esteve a Vereadora da Cultura, Daniela Silva que proferiu algumas palavras: "Através da arte e da pintura, na pessoa do Doutor Levi Guerra e na botânica na pessoa do Doutor Jorge Paiva, vamos perceber o quão rica e versátil esta obra pode ser em termos de temática".
O primeiro orador a subir ao palco foi Jorge Paiva que deu a conhecer um pouco sobre a vida e a obra de Camões, analisando através dos seus versos a presença das plantas.
Levi Guerra encerrou a aula aberta contando o percurso pelo o qual passou até conceber a sua figuração pessoal da obra "Os Lusíadas".
De um modo mais informal, Levi Guerra confessou aos jovens que "o que nos faz mais humanos é conhecer mais e saber mais".
Por outro lado, Jorge Paiva também quis deixar um pensamento seu aos jovens, dizendo que "um dia morre pobre, mas muito rico na sua mente".
22 de janeiro de 2019
Aula Aberta: Um roteiro de interpretação
As plantas na obra poética de Camões (poética e lírica), segundo o Professor Doutor Jorge Paiva:
"Na época camoniana, as plantas mais conhecidas e citadas na literatura, não eram tanto as plantas comestíveis ou ornamentais, mas mais as plantas medicinais. Como Os Lusíadas foram escritos, quase na totalidade, no Oriente e centrados nos Descobrimentos, têm como base plantas asiáticas, particularmente especiarias e medicinais; a lírica como foi, maioritariamente, escrita em Portugal e centrada no amor e paixão, as plantas referidas são europeias e ornamentais. Numa e noutra obra o poeta raramente cita as mesmas plantas, mas quando isso acontece, fá-lo com significados diferentes. Como Camões viveu a sua grande paixão durante os treze anos que esteve em Coimbra (1531-1544), de onde partiu aos vinte anos, a maioria das plantas referidas na lírica são plantas dos campos do Mondego. O mesmo acontece n’Os Lusíadas nos episódios da “Ilha dos Amores” (canto IX, 18 – X, 95) e de “Inês de Castro” (canto III, 118-135). Num trabalho sucinto, não é possível abranger a vasta obra completa de Luís de Camões. Assim, abordaremos algumas das plantas mais invulgares referidas n’Os Lusíadas e praticamente todas as citadas na lírica. Aliás, é n’Os Lusíadas que o poeta mais plantas mencio. na (cerca de cinco dezenas), na maioria asiáticas e aromáticas. Na lírica refere muito menos espécies de plantas (cerca de três dezenas e meia), maioritariamente, europeias campestres ornamentais"
"Na época camoniana, as plantas mais conhecidas e citadas na literatura, não eram tanto as plantas comestíveis ou ornamentais, mas mais as plantas medicinais. Como Os Lusíadas foram escritos, quase na totalidade, no Oriente e centrados nos Descobrimentos, têm como base plantas asiáticas, particularmente especiarias e medicinais; a lírica como foi, maioritariamente, escrita em Portugal e centrada no amor e paixão, as plantas referidas são europeias e ornamentais. Numa e noutra obra o poeta raramente cita as mesmas plantas, mas quando isso acontece, fá-lo com significados diferentes. Como Camões viveu a sua grande paixão durante os treze anos que esteve em Coimbra (1531-1544), de onde partiu aos vinte anos, a maioria das plantas referidas na lírica são plantas dos campos do Mondego. O mesmo acontece n’Os Lusíadas nos episódios da “Ilha dos Amores” (canto IX, 18 – X, 95) e de “Inês de Castro” (canto III, 118-135). Num trabalho sucinto, não é possível abranger a vasta obra completa de Luís de Camões. Assim, abordaremos algumas das plantas mais invulgares referidas n’Os Lusíadas e praticamente todas as citadas na lírica. Aliás, é n’Os Lusíadas que o poeta mais plantas mencio. na (cerca de cinco dezenas), na maioria asiáticas e aromáticas. Na lírica refere muito menos espécies de plantas (cerca de três dezenas e meia), maioritariamente, europeias campestres ornamentais"
Nascido a 17.09.1933, em Angola,
licenciado em Biologia e doutorado em Recursos Naturais e Meio Ambiente, já
aposentado, foi investigador principal na Faculdade de Ciências da Universidade
de Coimbra, onde lecionou algumas disciplinas; foi também professor convidado
na Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, e nas Universidades de
Aveiro, da Madeira, Vasco da Gama (Coimbra) e Vigo (Espanha). A sua atividade
científica e em defesa do meio ambiente foi já distinguida com vários prémios.
Publicou diversos trabalhos sobre filotaxonomia, palinologia, biodiversidade e
ambiente. Apresentou variadas comunicações e proferiu diversas conferências em
congressos e ações pedagógicas.
18 de janeiro de 2019
Aula aberta: As plantas na obra poética de Camões
No âmbito da exposição temporária "Os Lusíadas na figuração de Levi Guerra" patente no Museu Municipal de Vale de Cambra, irá decorrer no dia 25 de janeiro de 2019 no Centro Cultural de Macieira de Cambra, uma aula aberta, com o tema "As plantas na obra poética de Camões (épica e lírica).
Esta aula conta com a presença do orador Jorge Paiva e é promovida pela Câmara Municipal de Vale de Cambra e o Agrupamento de Escolas do Búzio.
Esta aula conta com a presença do orador Jorge Paiva e é promovida pela Câmara Municipal de Vale de Cambra e o Agrupamento de Escolas do Búzio.
17 de janeiro de 2019
Universidade Sénior realiza aula no Museu
A Universidade Sénior do concelho teve uma aula num espaço e conceito diferente do habitual: decorreu no Museu Municipal de Vale de Cambra.
A aula decorreu no âmbito da atividade "Temas e Debates", onde a turma da Universidade Sénior teve oportunidade de explorar a temática que o autor Levi Guerra abordou com a obra "Os Lusíadas".
O Museu Municipal agradece a visita da Universidade Sénior!
A aula decorreu no âmbito da atividade "Temas e Debates", onde a turma da Universidade Sénior teve oportunidade de explorar a temática que o autor Levi Guerra abordou com a obra "Os Lusíadas".
O Museu Municipal agradece a visita da Universidade Sénior!
16 de janeiro de 2019
Artistas de palmo e meio
O Museu Municipal de Vale de Cambra abriu portas às crianças do 1º e 2º ano da Escola E.B 1 de Codal para contactarem de perto com a exposição patente até ao dia 25 de janeiro sobre Os Lusíadas na figuração de Levi Guerra.
Estes artistas de palmo e meio colocaram as mãos na tinta e experimentaram um pouco sobre o que é a pintura.
O Museu Municipal agradece a visita de todos!
Estes artistas de palmo e meio colocaram as mãos na tinta e experimentaram um pouco sobre o que é a pintura.
O Museu Municipal agradece a visita de todos!
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